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O Instituto


CNPJ: 58.631.607/0001-50
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Fundado 21 de Novembro de 1989

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Atividades

M. I. L. - Modelo Brasileiro de Integração Logística


Visa desenvolver um modelo brasileiro de integração logística, tomando por base projetos estruturantes, tais como:


- Desenvolvimento dos Portos e do Modo Aquaviário;
- Rodovias, Ferrovias e Competitividade Logística;
- Integração Intermodal;
- Centróides e Nós Logísticos do País;
- Perspectivas de crescimento do modo aeroviário.

Elementos fundamentais:

- Pressupostos básicos;
- Objetivos as serem alcançados;
- Tarefas a serem desenvolvidas;
- Resultados a serem obtidos;
- Requisitos para a obtenção dos resultados desejados;

1. Pressupostos básicos

Em coerência com os marcos de referência, retomados na introdução a essa proposta, é relevante explicitar alguns pressupostos básicos.

A abordagem a ser adotada refere-se a transporte de cargas, e neste caso aplicar-se-á o conceito moderno de cadeia logística aos diversos sistemas produtivos dos Estados com seus respectivos processos, desde o insumo inicial até a chegada do produto final às instalações estabelecidas pelo derradeiro cliente.

O termo integração é entendido nas suas várias acepções:

- Integração econômica - espacial, seja entre os municípios e regiões no interior de cada Estado, e com as demais Unidades da Federação, seja de um determinado Estado com todos os países, que se caracterizem como seus atuais e potenciais parceiros comerciais.

- Integração logística, no que diz respeito ao sistema de transporte nas suas relações com todos os sistemas e processos produtivos, considerados pertinentes.

- Integração dos diversos modos de transporte, de acordo com as exigências de eficácia das diversas cadeias logísticas.

Procura-se levar em conta ao máximo as vantagens comparativas de cada Estado.

Objetiva-se aproveitar todos os estudos realizados que contribuam para o fortalecimento do processo de integração através do sistema de transportes, nos três sentidos acima referidos.

Estimula-se em todos os empreendimentos uma estreita parceria entre Governo e Iniciativa Privada, bem como uma sólida associação com o meio acadêmico e profissional.

A proposta consiste em instaurar um processo permanente de planejamento, em que o plano inicial será periodicamente atualizado, conforme os requisitos próprios do sistema de transportes.

Objetiva-se formar um núcleo de profissionais, capaz de dar continuidade ao processo permanente de integração logistica.

A meta final é a implantação do Modelo Integrado de Transportes - MIL, através de uma Lei Federal que assegure sua continuidade através do tempo, sem ficar inteiramente à mercê de mudanças conjunturais.

Objetivos a serem alcançados

O Objetivo Geral a ser perseguido é dotar o BRASIL de um sistema de transportes à altura de seu desenvolvimento econômico, social, cultural e político. Este objetivo geral encerra os seguintes objetivos específicos ou macro - estratégias :

- Dotar o País de um Sistema de Transportes, capaz de integrar de maneira eficiente todas as suas regiões geoeconômicas, e dentro destas todos os seus municípios; de articular o território nacional nas suas atividades econômicas com todas as Unidades da Federação, e com os demais países, em termos de competitividade e intercâmbio comercial;

- Adequar os Sistema de Transportes às cadeias logísticas dos sistemas e processo produtivos, relevantes para o desenvolvimento do brasileiro;

Etapas para a configuração do MIL

- Análise dos Programas de Desenvolvimento Estratégico do País, nos setores agropecuário, agro-industrial, industrial de transformação, mineral, energético, turístico, etc.

- Circunscrição e caracterização das regiões geoeconômicas do Brasil, aproveitando ao máximo as regionalizações já existentes, e levando em conta as microrregiões geográficas do IBGE, de modo que uma mesma microrregião esteja totalmente contida em uma única região geoeconômica. Esta última será considerada como Zona de Tráfego, e nela será escolhido um centróide ou pólo.

- Identificação dos produtos, com suas respectivas cadeias produtivas, e seus locais de produção. Os produtos escolhidos deverão representar de 80 a 90 % dos fluxos.

- Elaboração das matrizes de origem e destino ou O/D para cada categoria de produto, no ano base 2.000 : matrizes intra-estaduais, nacionais, e internacionais. Nesta etapa são reconstituídos os fluxos realmente verificados, e comparados com os fluxos, que podem ser obtidos com base no critério de custo mínimo.

- Elaboração da rede viária multimodal do País, abrangendo rodovias, ferrovias, hidrovias, aeroportos, dutos, portos, armazéns, rotas marítimas de cabotagem e de longo curso. Esta elaboração abrangerá os centróides de cada região geoeconômica e das microrregiões, bem como as rotas praticadas.

- Identificação dos pontos críticos atualmente existentes e dos projetos de superação desses gargalos.


- Elaboração dos custos operacionais, custos de combustível, custos de tempo, e algum outro custo julgado pertinente em determinados casos. Estes custos serão levantados para cada modalidade de transporte, bem como para os transbordos intermodais, incluindo os custos de pedágios.

- Elaboração de cenários para o desenvolvimento do Brasil, considerados 3 panoramas : o tendencial, o otimista e o desejado ou realista.

- Projeção das matrizes de origem e destino para esses três horizontes de tempo: de 5, 10 e 15 anos.

- Identificação dos pontos críticos resultantes do aumento do volume de fluxos nos 3 horizontes previstos de tempo futuro.

- Formulação das alternativas consideradas mais adequadas para superação desses pontos críticos e modernização de todo o sistema.

- Simulação dessas alternativas .

- Identificação dos centróides, com viabilidade de instalação de Centros Multimodais de Logística .